por: SobreMoney
Foto: Canva
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O PIB do Brasil subiu 2,3% em 2025, o quinto ano seguido de alta. O desemprego caiu para níveis históricos e a renda média bateu recorde. Se os números são ótimos, por que a sensação na rua é de aperto total?
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Para muitas famílias, como a da diretora Cibelle, a conta não fecha. Mesmo com renda estável, o consumo no supermercado ficou proibitivo. A solução? Cortar lazer, reduzir o cartão e queimar economias de anos anteriores.
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O fenômeno tem nome técnico: descompasso entre renda e gastos. Embora o PIB cresça, o consumo das famílias desacelerou drasticamente. O brasileiro está trabalhando mais, mas o esforço parece ser engolido por um "freio" invisível.
A inflação de 4,26% em 2025 parece baixa, mas é enganosa. Ela não significa que os preços caíram, apenas que subiram mais devagar sobre uma base que já estava caríssima. Itens essenciais como luz e comida continuam no topo.
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Para controlar os preços, os juros subiram para 15%, o maior nível em duas décadas. Isso criou uma armadilha: o crédito ficou caríssimo, atingindo em cheio quem precisa parcelar compras básicas ou financiar bens duráveis.
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O endividamento é o outro lado da moeda. Com quase 45% da população adulta negativada, o cartão de crédito virou vilão. O brasileiro gasta o que ganha pagando juros, o que impede que o crescimento do PIB chegue ao seu bolso.
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A resposta definitiva? O brasileiro não sente a melhora porque o crescimento foi puxado pela exportação (agro e petróleo), enquanto o mercado interno sofre com juros altos, inflação acumulada e falta de estímulos extraordinários.