por: SobreMoney
Foto: Canva
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Uma operação da Polícia Federal acaba de abalar os pilares do sistema financeiro nacional. Ex-dirigentes do Banco Central são acusados de atuar como "consultores" de um influente banqueiro. Mas o que eles recebiam em troca?
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A Operação Compliance Zero mira Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana. Ambos ocupavam cargos de alto escalão na fiscalização e supervisão bancária, mas teriam cruzado a linha entre o público e o privado.
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Segundo as investigações, os servidores usavam seus conhecimentos técnicos para orientar Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Eles ajudavam na elaboração de pedidos que seriam julgados pelo próprio Banco Central.
Mensagens de WhatsApp revelam uma relação próxima: Vorcaro pedia orientações sobre reuniões institucionais e documentos sensíveis. Em troca, contratos de consultoria simulados eram usados para mascarar os pagamentos.
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A PF aponta que os servidores agiam como "empregados informais" do banqueiro. O ministro André Mendonça, do STF, autorizou buscas e o uso de tornozeleiras eletrônicas para os ex-dirigentes envolvidos no esquema.
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O impacto é profundo: a investigação também apura invasão de dispositivos, ameaça e lavagem de dinheiro por uma organização criminosa ligada a Vorcaro. O banqueiro foi preso em sua residência em São Paulo.
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O veredito da PF? Os ex-dirigentes receberam propina disfarçada de consultoria para facilitar os interesses privados de Vorcaro dentro da autoridade monetária, ferindo a ética e a segurança do sistema financeiro.