por: SobreMoney
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A moeda americana voltou a ser cotada em torno de R$ 5,60, refletindo uma alta de 0,30% em relação ao último fechamento. O euro também teve leve queda, situando-se a R$ 6,06.
Apesar do anúncio de um corte orçamentário de R$ 15 bilhões pelo Ministério da Fazenda, que visa sinalizar um compromisso com a meta fiscal, o impacto sobre o dólar foi limitado.
O mercado mostrou aversão ao risco e optou por uma postura conservadora, evidenciada pelo aumento na cotação do dólar.
Há uma expectativa crescente por dados econômicos dos EUA, especialmente sobre inflação e PIB do segundo trimestre, que podem influenciar futuros cortes de juros.
A recente queda nos preços do petróleo e do minério de ferro tem pressionado o valor do dólar, contribuindo para sua alta.
A moeda japonesa, o iene, destacou-se por sua valorização em relação às moedas de países emergentes, indicando uma maior atração por ativos japoneses.
A incerteza quanto ao ajuste fiscal no Brasil continua a influenciar a confiança do mercado, resultando em uma persistente volatilidade na cotação do dólar.