por: SobreMoney
Foto: Canva
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O Certificado de Depósito Bancário funciona como um empréstimo do seu dinheiro para uma instituição financeira, que utiliza o capital para financiar operações e, em troca, devolve o valor com acréscimo de juros.
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Existem três modelos principais de remuneração: os prefixados com taxa fixa, os pós-fixados geralmente atrelados ao CDI e os híbridos, que combinam uma taxa fixa com a variação da inflação medida pelo IPCA.
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Com a taxa Selic em patamares elevados em 2026, os títulos de renda fixa voltaram ao centro das atenções, oferecendo retornos reais que superam com folga a caderneta de poupança e outras aplicações tradicionais.
A segurança do investimento é reforçada pelo Fundo Garantidor de Créditos, que protege depósitos de até 250 mil reais por instituição em caso de falência do banco emissor, garantindo tranquilidade ao investidor.
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A rentabilidade real depende diretamente do percentual do CDI oferecido, sendo comum encontrar títulos que pagam entre 100% e 120% dessa taxa, variando conforme o prazo de carência e o risco da instituição bancária.
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Investidores estratégicos utilizam guias e ferramentas de análise para comparar liquidez e taxas, evitando o erro comum de focar apenas no rendimento bruto sem considerar o prazo de resgate ou a tributação regressiva.
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O segredo pouco explicado é que o CDB é um título privado de renda fixa cuja rentabilidade final depende da saúde do banco emissor, do tempo de permanência e do cenário macroeconômico das taxas de juros.