por: SobreMoney
Foto: Canva
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A Selic registrou um corte recente para 14,75% ao ano, sinalizando uma trajetória de queda que desperta dúvidas em quem planeja adquirir a casa própria e busca as melhores condições de juros no mercado atual.
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Historicamente, a redução da taxa básica de juros impulsiona a demanda por imóveis, o que pode gerar uma valorização nos preços das propriedades, anulando a economia obtida com uma taxa de financiamento ligeiramente menor.
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O ciclo de produção imobiliária leva cerca de cinco anos para responder ao mercado, o que significa que a oferta de novos imóveis não acompanha a demanda imediata, pressionando o valor de venda para cima em curto prazo.
Bancos privados como Itaú e Bradesco já se anteciparam ao movimento do Banco Central em 2026, oferecendo taxas competitivas entre 11,90% e 12,45% ao ano mais TR para atrair novos contratos de crédito imobiliário.
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A Caixa Econômica Federal mantém opções atrativas no SBPE com taxas próximas a 11,19% ao ano, além de condições ainda mais reduzidas para beneficiários do programa Minha Casa Minha Vida, liderando o setor de habitação.
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Existe a estratégia da portabilidade, que permite ao comprador financiar o imóvel pelo preço atual e transferir a dívida para outra instituição financeira no futuro, caso as taxas de juros apresentem uma queda acentuada.
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Especialistas indicam que financiar agora costuma ser mais vantajoso, pois a valorização do imóvel tende a superar a pequena economia de juros futura, evitando que o comprador pague muito mais caro pelo valor do bem.