por: SobreMoney
Foto: Canva
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O crescimento das fintechs trouxe uma dúvida comum: o que acontece se a instituição desaparecer? Muitos temem perder as economias de uma vida por causa de falhas digitais, mas existem camadas de proteção invisíveis ao usuário.
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Nem todo saldo em conta digital funciona da mesma forma. Algumas empresas operam como Instituições de Pagamento, onde o valor fica separado do patrimônio da empresa e aplicado em títulos públicos, garantidos pelo próprio Tesouro.
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O Fundo Garantidor de Créditos atua como um seguro privado essencial. Ele protege depositantes em casos de intervenção do Banco Central, mas é vital verificar se a sua conta ou investimento específico possui esse selo de proteção.
O FGC cobre conta corrente, poupança, CDB, LCI e LCA até o limite de R$ 250 mil por CPF em cada grupo financeiro. Existe também um teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos para garantir a sustentabilidade de todo o sistema.
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Atenção: investimentos como fundos, ações, debêntures, CRI e CRA não possuem garantia do FGC. Se o banco quebrar, esses ativos seguem regras próprias de liquidação, o que exige maior cautela e análise de risco por parte do investidor.
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Para quem possui mais de R$ 250 mil, a estratégia recomendada é a diversificação entre diferentes conglomerados. Assim, você mantém todo o seu patrimônio sob o guarda-chuva da proteção individual, evitando perdas acima do limite.
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Sim, seu dinheiro está seguro em bancos digitais, desde que sejam associados ao FGC ou usem contas de pagamento com lastro no Tesouro. O risco é equivalente ao de grandes bancos, contanto que você respeite os limites de cobertura.