por: SobreMoney
Foto: Canva
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Em março de 2026, o Nubank registrou uma onda de bloqueios de contas sob a justificativa de "indícios de ilícitos". A medida visa prevenir fraudes e lavagem de dinheiro, mas tem gerado revolta e ações judiciais.
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O banco afirma ter o dever de comunicar autoridades sobre condutas suspeitas. Contudo, muitos clientes alegam que valores legítimos, como restituições da Receita Federal, foram retidos sem aviso ou explicação clara.
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Existe um limite legal para a análise de segurança: por lei, bloqueios preventivos devem durar no máximo 72 horas. Exceder esse prazo sem uma justificativa robusta é considerado uma prática abusiva pelos tribunais.
Se o acesso for interrompido, o primeiro passo é buscar os canais oficiais, como o SAC ou a Ouvidoria. É fundamental exigir um motivo formal por escrito e um prazo definitivo para a liberação dos recursos.
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Caso o problema não seja resolvido internamente, o consumidor deve registrar a ocorrência no portal Consumidor.gov.br ou diretamente no site do Banco Central, criando um histórico oficial da negligência bancária.
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Se o bloqueio persistir além de três dias úteis sem resposta satisfatória, a recomendação jurídica é buscar auxílio legal imediato para restabelecer o acesso aos valores e proteger o patrimônio.
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Qual a resposta definitiva dos juízes? Tribunais estão ordenando o desbloqueio imediato e o pagamento de indenizações por danos morais, que chegam a R$ 8 mil, caso o banco não prove o ilícito dentro das 72 horas.